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II Jornada Acadêmica e I Mostra de Iniciação Científica Júnior

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O Colégio Técnico de Floriano (CTF), por meio do Laboratório de Leitura e Produção Textual, realizou de 9 a 13 de maio de 2016 a II Jornada Acadêmica e a I Mostra de Iniciação Científica Júnior. O evento contou com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, da Coordenação de Pesquisa, da Superintendência de Comunicação Social e dos parceiros: Sorveteria Gelatt’s, Hotel Rio Parnaíba, Veloso Móveis, Supermercado São Jorge, Super Quaresma Supermercado e Sebrae. A abertura dos eventos contou com a cerimônia oficial, apresentação cultural e a conferência “Educação Científica e Tecnológica: Possibilidades e Oportunidades”, com a Profa. Andréia Michelon Gobbi, da Rede Pública Municipal de Caxias do Sul e Universidade de Caxias do Sul.

Segundo o Presidente da Comissão Organizadora, professor Ribamar Jr, na primeira edição da Jornada Acadêmica foram identificadas a carência de pesquisas e a pouca inserção de políticas que integrem no Ensino Médio Profissionalizante os pressupostos do elo entre Ensino, Pesquisa e Extensão. “Por esse motivo, a II Jornada Acadêmica agregou a I Mostra de Iniciação Científica Junior. Em Floriano temos projetos de iniciação científica em pleno funcionamento que têm alavancado a pesquisa dentro da Instituição. Acreditamos que outros centros e institutos fazem algo em torno da formação científica júnior. Por isso, o evento é importante, porque permitirá tanto a divulgação dos achados científicos como a união ou celebração de acordos de cooperação entre professores/as e/ou Instituições”, destacou.

A programação contou ainda com mesas-redondas, minicursos, exposição de pôsteres, comunicações individuais, feiras temáticas, dentre outras atividades.

Confira algumas fotos:

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Cerimônia de abertura.

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Palestra de abertura com a Profa. Andréia Michelon Gobbi

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Equipe de monitores e a Profa. Andréia Michelon Gobbi.

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Profa. Andréia Michelon Gobbi e alunos e professores do Colégio Técnico de Bom Jesus.

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Degustação de iogurte produzido na Fazenda Experimental.

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I Mostra de Iniciação Científica Júnior.

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I Mostra de Iniciação Científica Júnior.

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I Mostra de Iniciação Científica Júnior.

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Sessão de lançamento de livros.

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Mesa redonda com a Profa. Jaíra Alcobaça (Coordenadora de Pesquisa) e Prof. Ribamar Jr.

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Som do Intervalo.

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Sessões de comunicação individual.

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Feira Temática.

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Visita a Fazenda Experimental.

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Mesa redonda.

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Profa. Domingos Filho, conferencista de encerramento.

Participação em Congresso: Parte 8

As relevantes discussões sobre Educação Básica, em especial o Ensino Médio, foram tema central do IV Seminário Nacional do Ensino Médio (SENACEM) e I Encontro Nacional Ensino e Interdisciplinaridade na Escola Pública (I ENACEI), realizados entre os dias 4 e 6 de maio de 2016, na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em Mossoró/RN.

Apresentação dos trabalhos sobre os Projetos Radiotec e Polêmicas em Debate.

Apresentação dos trabalhos sobre os Projetos Radiotec e Polêmicas em Debate.

O Laboratório de Leitura e Produção Textual participou dos eventos por meio do Coordenador, Prof. Ribamar Jr, dos bolsistas Pibic/CNPq Thiago Kevin, Iago Fernandes, do aluno voluntário Victor Sousa e do colaborador Emanuel Avelino. O grupo apresentou três trabalhos: i) Projeto Radiotec: ambiente interativo para o ensino de língua e produção textual; ii) A construção da argumentação oral no projeto polêmicas em debate: um relato de experiência no Ensino Médio Profissionalizante; iii) Projeto Corpo em Cena: um relato de experiência no Ensino Médio Profissionalizante.

 

Participação em Congresso: Parte 7

No período de 27 a 29 de abril de 2016, o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Estratégias de Comunicação (NEPEC – UFPI) e o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM-UFPI) realizaram a primeira edição do I Encontro Nacional Discurso, Identidade e Subjetividade (ENDIS), no campus da Universidade Federal do Piauí, em Teresina, Piauí.

Com o tema “Discurso e Narrativas Contemporâneas”, o ENDIS teve por objetivo estimular o debate entre estudantes, professores, pesquisadores e profissionais de comunicação, por meio de discussões acerca dos estudos da linguagem.

O evento contou com palestras e mesas redondas com nomes renomados da Análise de Discurso Crítica, como as professoras Izabel Magalhães (UnB/UFC), Viviane Resende (UnB) e Viviane Vieira (UnB), bem como minicursos, oficinas e apresentação de trabalhos, que oportunizaram aos participantes a produção de conhecimento interdisciplinar e a troca de experiência acadêmicas e culturais.

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Mesa redonda de encerramento.

O Prof. Ribamar Jr, coordenador do Laboratório de Leitura e Produção Textual, participou do evento com a apresentação do trabalho “Gays e bandidos: uma análise das capas de galileu sobre a violência discursiva contra grupos excluídos” (em coautoria com a Profa. Denise Tamaê e Gercivaldo Vale Peixoto) e, especialmente, da mesa redonda de encerramento (com os professores Michely Santos e Aílton Cerqueira).

XXVI JORNADA DO GELNE: Simpósios Temáticos

xxvi-jornada-bannerO coordenador do Laboratório de Leitura e Produção Textual (LPT), Prof. Dr. José Ribamar Lopes Batista Júnior, e a colaboradora permanente do LPT, Profa. Dra. Denise Tamaê (UnB), tiveram suas propostas de Simpósio Temático aprovadas para a 26ª Jornada do Grupo de Estudos Linguísticos do Nordeste (GELNE), a ser realizada no Hotel Gold Tulip Palace, na cidade de Recife, no período de 11 a 14 de outubro de 2016.

As propostas contaram com a parceria do Prof. Dr. Vicente Lima-Neto, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), e da Profa. Dra. Maraísa Lopes, da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Conheçam as propostas:

Simpósio Temático: A escola em tempos digitais – Ensino de Línguas e tecnologias

Área Temática: Gêneros textuais e Letramentos

Coordenadores: Vicente de Lima-Neto (UFERSA) e José Ribamar Lopes Batista Júnior (UFPI/LPT)

O conceito de escola e de prática educacional tem mudado nas últimas décadas. Em trinta anos, a escola saiu da formação erudita para a construção de habilidades. Nesse caminho, a participação dos indivíduos em práticas tecnológicas e digitais passou a ganhar ênfase, na medida em que diferentes grupos antes excluídos agora se encontram contemplados por políticas públicas de educação. Assim, a construção de caminhos para a atuação profissional constituem uma necessidade e um desafio ao qual o pensar pedagógico deve oferecer soluções. Para tanto, tecnologias digitais, práticas e concepções de ensino estão resultando em práticas educacionais cada vez mais emancipatórias e participativas. Ante a complexidade do fluxo de informações e a capacidade de influenciar hábitos promovidos pelas tecnologias, novos gêneros textuais são produzidos para atender às novas demandas. Para encurtar as fronteiras entre escola e sociedade, os usos digitais da leitura e da escrita vêm sendo a principal ferramenta nesse processo que tanto é inclusivo como capacitador. A vida digital e os usos dos textos digitais atravessam as práticas concretas em sincronismo e concretude e permitem, assim, a confluência de esforços no campo da leitura e da escrita, na medida em que a escola dá contornos sociais significativos ao fazer estudantil. Os projetos de letramento associados às tecnologias oferecem a possibilidade de extrapolar o tempo de execução, além de requerer pouco ou nenhum recurso financeiro. Os celulares assumem funções primordiais, e os hábitos, culturas e modos de trabalho passam por meio dessa ferramenta a serem compartilhados em tempo real. Nesse sentido, este simpósio pretende reunir pesquisadores e professores empenhados na articulação entre tecnologias e usos digitais nas escolas, envolvidos com práticas multiletradas, vinculados a diferentes vertentes teóricas, que tenham como objetivo compartilhar experiências ou propor avanços teóricos ou epistemológicos para o ensino de línguas (materna e estrangeira).

Simpósio Temático: Linguagem e exclusão: análises das práticas discursivas

Área Temática: Análise do Discurso

Coordenadoras: Denise Tamaê Borges Sato (UnB) e Maraisa Lopes (UFPI)

A Análise de Discurso no Brasil tem ganhado espaço ao focar as relações entre linguagem, mídia e sociedade. Por ser uma disciplina de entremeio, a Análise de Discurso tem mantido relações com outros campos, tais como o da Educação, da Etnografia, da Sociologia, da Linguística Aplicada, da Literatura, das Ciências Políticas, da Retórica, da Comunicação Social, etc, naquilo que se refere à preocupação com os efeitos de sentido produzidos pelos discursos e constitutivos do imaginário social acerca da temática da inclusão/exclusão. De forma produtiva, a compreensão dos fenômenos subjacentes às práticas discursivas que (re)produzem as relações de força em nossa sociedade pode ser realizada a partir da Análise de Discurso, contribuindo para a construção de posições sujeito e formas emancipatórias de se relacionar com a mídia e com a sociedade. Levando em consideração os usos linguísticos cada vez mais multimodais, o presente simpósio propõe o diálogo entre pesquisadores da área interessados nas relações entre discurso sobre a inclusão/exclusão e as mais diferentes formas de superação de estigmas, de dominação, de discriminação e de difusão ideológica. O simpósio, por meio da divulgação de pesquisas que exploram a temática de grupos excluídos ou em desvantagem social, pretende lançar luzes sobre as diferentes formas de exclusão, bem como promover o debate acerca de como a compreensão discursiva dos sentidos postos pode ser revelante para a proposição de ações de pesquisa e educacionais que garantam a superação de tais processos excludentes. Desta forma, o simpósio pretende reunir trabalhos transdisciplinares ou interdisciplinares que tenham por base a Análise de Discurso em sua relação com práticas excludentes existentes em nossa sociedade e veiculadas pela mídia.

Para realizar a sua inscrição, acesse aqui a página do evento.

Entrevista sobre credenciamento no Mestrado em Letras da UFPI

O Prof. Dr. José Ribamar Lopes Batista Júnior foi, recentemente, credenciado docente permanente do Mestrado em Letras da Universidade Federal do Piauí. Ribamar Batista é mestre e doutor em Linguística, professor de Língua Portuguesa e coordena o Laboratório de Leitura e Produção Textual e o Ensino Médio no Colégio Técnico de Floriano. No mês de março, lançou o livro “Pesquisas em Educação Inclusiva – Questões Teóricas e Metodológicas” (Pipa Comunicação, 2016) sobre as pesquisas desenvolvidas nos últimos 8 anos sobre a inclusão de pessoas com deficiência nas escolas.

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Prof. Ribamar Jr no lançamento do livro “Pesquisas em Educação Inclusiva”

Confiram a entrevista concedida ao Colégio Técnico de Floriano:

CTF: Como o Senhor recebeu esta notícia de ter seu nome integrado ao corpo docente permanente do Mestrado?
Ribamar: Foi uma alegria porque havia solicitado o credenciamento em dezembro do ano passado. Estava descansando na hora do almoço, já que teria também aula à tarde quando recebi o e-mail da coordenadora pelo celular com as boas vindas.

CTF: Suas atividades desenvolvidas no CTF e sua produção científica já apontavam, para este caminho?
Ribamar: Assim que comecei a pesquisa, ainda no doutorado, não fazia parte dos meus projetos trabalhar com o Ensino Médio/Técnico. Ao chegar no CTF propus aos alunos os primeiros projetos – pipoca cultural e leitura e cena. Os resultados demonstraram o enorme ganho acadêmico e revelaram o verdadeiro potencial dos alunos que estava mascarado por traz dos trabalhos e provas tradicionais. Aos poucos, o Médio tornou-se minha paixão e hoje me sinto totalmente à vontade com as turmas. Daí ao credenciamento foram consequências. A cada ano, novos projetos e parcerias surgem e os resultados são confrontados com as teorias adotadas repercutindo em metodologias mais consistentes. Esse material vasto precisa ser trabalhado na pesquisa. O credenciamento será a porta de acesso aos novos pesquisadores que poderão compor as pesquisas em andamento. Dessa forma, sim, os projetos levaram naturalmente para a docência também no mestrado.

CTF: Quais as atribuições de um professor de Mestrado no processo de orientação dos alunos pesquisadores?
Ribamar: O principal papel do orientador é apresentar o universo da pesquisa ao aluno pesquisador. Demonstrar como as teorias compõem a forma de visão, e consequentemente, de leitura nas análises. Dar sentido ao texto a ser produzido (dissertação) correlacionando teoria/método/análise/resultados. Esse papel de facilitador é fundamental para que o novo pesquisador ganhe autonomia e engajamento na pesquisa e depende do orientador tornar o percurso mais tolerável, embora exaustivo, mais instigante, embora teoricamente consistente. Creio que orientar um pesquisador em formação possa ser comparado ao auxílio de um amigo que já conhece o percurso e que pode chamar a atenção do viajor iniciante para as reais riquezas da jornada.

CTF: Qual a diferença entre orientar alunos do Pibic Ensino Médio e alunos do Mestrado?
Ribamar: A diferença está na seguinte questão: no Pibic EM, os alunos são incentivados a vivenciar algumas práticas do mundo da pesquisa, é uma etapa inicial, sem muita cobrança para que o despertar pelo fazer científico já comece desde o Ensino Médio, bem como desenvolvam habilidades críticas, analíticas e linguísticas, principalmente, em relação aos gêneros do mundo científico. Já no mestrado, o pós-graduando tem um objetivo mais autônomo. Ele é o responsável pela investigação, cabendo ao orientador introduzi-lo na prática científica. Contudo, em ambos os níveis, a humanização do trabalho científico é função ética a que todos deveriam ter acesso. O engajamento deve ser recíproco, para que ao término do Pibic ou do Mestrado, a relação de amizade e de confiança permaneçam entre orientador e orientado, relação saudável nascida do respeito trabalhado com disciplina e percepção da sensibilidade do outro.

CTF: Qual será sua linha de pesquisa?
Ribamar: Sou linguista. Trabalho com pesquisas voltadas ao Ensino Médio Profissionalizante, e dentro desse contexto, lido especificamente com Letramento, Discurso, Mídia, Educação Inclusiva e Identidades.

CTF: De que forma sua atuação como professor do Mestrado em Letras da UFPI vai agregar à sua atuação como Coordenador de Ensino Médio do CTF?
Ribamar: A integração das práticas entre o Ensino Superior e o Ensino Médio na UFPI é uma reivindicação constante. Tanto abre uma possibilidade de espaço para os novos pesquisadores, um novo nicho de pesquisa, favorecendo o Ensino Superior, como permite aos professores e comunidade do Ensino Médio compartilhar dos avanços que essa nova aliança traz. Dessa forma, acredito que quanto mais professores do Ensino Médio atuarem também no Ensino Superior e na Pós-Graduação, mais forte será esse canal e mais consistente a atuação no ensino, pesquisa e extensão. Para os alunos do CTF, as possibilidades de atuarem em diferentes parcerias, tanto entre cursos como entre níveis educacionais, trará o compartilhamento de informações. Isso é muito bom porque a teoria pode ser comentada, mas somente a prática transforma a identidade.

CTF realiza 3ª temporada do Som do Intervalo

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